Grupo 7 - Resenha 2

A escrita colaborativa por meio do uso de ferramentas digitais: Ressignificando a produção textual no contexto escolar

PINHEIRO, Petrilson Alan. A escrita colaborativa por meio do uso de ferramentas digitais: ressignificando a produção textual no contexto escolar: The collaborative writing by means of digital tools: Resignifying textual production in the school context. Calendoscopio, Sao Leopoldo, Rs, v. 3, n. 9, p.226-239, 1 set. 2011. Timestral. Disponível em: <doi: 10.4013/cld.2011.93.07>. Acesso em: 9 set. 2015

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O artigo ora resenhado aborda a temática que envolve a construção de práticas de escrita colaborativa entre um grupo de alunos (as) a partir da internet. A discussão teórica abordada é a acerca da ideia de revolução digital. O autor Petrilson conceitua assim a web 1.0 e a web 2.0, sendo a web 1.0 um conceito primário no qual classificasse a internet com estática e sem nenhuma interatividade com os leitores, e sendo a principal característica da web 2.0 o aproveitamento da inteligência coletiva, que esta baseada no desenvolvimento de uma rede de informações no qual cada usuário pode não somente usufruir, mas também, contribuir.
Nesse artigo o autor analisa a construção de práticas de escritas colaborativas entre um grupo de alunos do Ensino Médio, utilizando se de algumas ferramentas da Internet WEB 2.0. e faz um estudo acerca da EC escrita colaborativa.
O artigo mostra a inserção da internet como meio de informação e comunicação, bem como as novas possibilidade de novas práticas de escrita digitais em virtude do Advento da Web 2.0 (rede) novos mecanismos foram criados, permitindo novas condições técnicas e sócio-culturais para a ampliação de práticas comunicativas no mundo digital.
Segundo ao autor nota-se uma resistência por parte da escola no uso do texto digital. Assim tal escola precisa repensar sua funcionalidade para encarar a nova era digital.
Outros meios digitais como a criação do blog e facebook, youtube, estimulam o usuário a produzir seus próprios conteúdos. E com o Web 2.0 o usuário também publica um novo ambiente, não apenas para a leitura mais também para a escrita. O autor traz o um exemplo que é o Wikipédia. Encoraja o usuário a submeter seus próprios materiais na rede. Explica ele que o antigo meio Web 1.0 meio de leitura. Web 2.0 meio de leitura e escrita. Dessa feita temos um Novo ethos e novos letramentos. Reflete o Pinheiro (2011) que A Web 2.0 possui caráter libertários.
Há um potencial para ser explorado na escola de modo que os estudantes possam produzir materiais e expô-los ao debate por meio da Web como espaço da EC.

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O trabalho de escrita em grupos facilita a complementaridade de conhecimentos, opiniões, pontos de vistas na resolução de problemas. A EC pode envolver uma justaposição de trabalhos individuais. Os trabalhos colaborativos a partir de um quadro de interações do grupo. A EC é um empreendimento ativo e social que possui duas forças de impulsão: o grupo e o participante.
O autor nos propõe a ideia de atividades-chave da EC. Três pontos: planejamento, elaboração de texto e revisão. Ainda, cria algumas estratégias da escrita: autor único do grupo; escrita em sequência; escrita em paralelo e escrita reativa.
Os papeis da EC: escritor, consultor, editor, revisor, líder de grupo e facilitador. Suscita que há Quatro modos de trabalho: no mesmo local e ao mesmo tempo, em locais diferentes e ao mesmo tempo, no mesmo local em tempos diferentes e em locais diferentes e tempos diferentes.
Noção de “consciência de grupo” cada membro do grupo desenvolve a consciência de grupo ao compreender sua atividade à luz da compreensão das atividades dos membros do grupo. O papel do e-mail e do chat na EC representa ferramenta sem custo par a escola, nem infraestrutura especial para lidar com elas (basta um laboratório de informática).
Finalmente Pinheiro, 2011, analisa os dados da tese de doutoramento do autor aplicado em uma escola de educação básica. Expõe sua pesquisa empírica relatando os passos por ela explorada. Partindo da formação do grupo e criação de um site. As conversas iniciais se dão via bate papo (chat) na qual os membros se organizam para iniciar seus trabalhos que foi definido como sendo uma pesquisa.
Num segundo passo dá-se a troca outra pesquisa. Valendo-se do e-mail como ferramenta de EC os estudantes se mostram melhores aparelhador e mais fluentes, bem como melhores organizados. Conclui que o trabalho se dá de forma assincrônica através do e-mail.

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